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sexta-feira, março 31, 2006

 

Googling ²

AQUI NÃO HÁ CONINHAS
NEM BOAS NEM PEQUENAS!
ENTRASTE NO SITE ERRADO!
SIM, TU QUE ÉS DE AVEIRO!
O QUE TU QUERES É ISTO (clica aí)


Vão agora perceber o porquê desta introdução.
Espantei-me recentemente com, apesar da minha ausência/desinteresse por este site (embora seja divertido vir aqui escrever), as visitas mantiveram-se numa média de 30 visitas diárias, de um modo mais estável do que esteve muitas vezes em que escrevia aqui regularmente.
Mais recentemente ainda, percebi que 70% dessas visitas são buscas feitas maioritariamente no Google que por uma ou outra palavra coincidente ocasional, trazem as pessoas até aqui.
Como demonstrei há uns dias, as pesquisas são incríveis. Mal entendo como há quem procure o "motivo da vida ateu" no Google. Eu sei que é um fantástico motor de busca, mas daí a esperar que ele nos revele o motivo da vida, vai um bocado!! (digo isto mas ando a tentar localizar esta pessoa para saber se ela encontrou algo útil)

A prova de que tenho muitas visitas mas poucos leitores é haverem pesquisas repetidas. Por exemplo, "as frases já lidas", "a vida injusta" ou "fotos de alexandre verga" são pesquisas familiares, vieram cá ter hoje, outras vezes nos últimos dias, e tenho a certeza que amanhã ou depois estarão cá outra vez. E vai cá estar este post acima de todos!
Deve andar por aí um basofe qualquer à procura de frases pre-feitas do género "3993 Frases amorosas JAMBA manda já uma SMS para o 3993, 3993 frases amorosas 3993" para mandar à namorada. Porque não para de pesquisar por frases bonitas, neste caso a variante é "frases bonitas futuro". Além dele, anda aí alguém que odeia música - "odeio música".
Descartando algumas também interessantes, passo já para as finais, que me têm intrigado mais:
coninhas pequenas
coninhas boas
Acho que lhe devia deixar aqui linkado um site de "Teen Sluts" ou qualquer coisa do tipo.

Edit: Said and done.


terça-feira, março 28, 2006

 

Googling

Muitas das visitas que tenho são de pessoas que o Google envia para aqui. As palavras pesquisadas tocam o ridículo.
De acordo com o Google, o meu blogue é uma fonte relevante de informação para os seguntes temas:
fotografia amadora
letras de musicas caloiros
homem derrotado por mulher
basofe
plinfada
pessoas chungas
ponte 25 abril
auxiliares de memoria
galinhas gigantes
casacos de frio
"ouvir falar" meiga
eramos seis
sistema de numeraçao japonesa
discoberta cientifica
tempo relativo

Deus e religião parecem ser temas recorrentes:
Deus em minha vida
a comprovação da fé em Deus
tema conversao religiao
Há uma procura por temas da literatura também:
vida sedimentar de vergilio ferreira
miguel torga ficção
comentario aparição vergilio ferreira (alguém procura TPC)
Assim como temas de teor sexual:
caricia nos seios
fode-me
existe fotos de Angelina Jolie nua
olho do cu
O Messenger também é uma preocupação do povo:
eliminar contactos no messenger
frases amorosas- nick do msn
shit chat
Finalmente, toda a gente sabe que o meu blogue é a melhor fonte na internet para "frases e poemas que falam de pessoas que se metem na vida dos outros", "frases bonitas para o telemóvel" e "o passar rápido da vida".

segunda-feira, março 27, 2006

 

V

Normalmente fico com dores de cabeça ao fim de cada filme que vejo no cinema. V For Vendetta vale a dor de cabeça.

sábado, março 25, 2006

 

Resolver

"Oh tenho um problema no PC, vou formatar"
"Oh o meu namoro não está perfeito, vamos acabar"

Censuro a nova mentalidade juvenil que se esqueceu do verbo "resolver".

quinta-feira, março 23, 2006

 

Ma(/e)us vícios

Tenho tantos maus vícios, tão maus vícios, que se me voltasse a viciar neste blog, até me ia parecer um vício saudável.

terça-feira, março 21, 2006

 

Verdadeira Diarreia

O Gmail salvou-me automaticamente o texto. Foi um querido.
Aqui está ele (sem assumir nada, please):

Não nos apercebemos de um evento a não ser quando nos apercebemos directamente das suas consequências. Quando sabemos distinguir um antes e um depois.
Estou ainda a passar por todo esse processo. Distinguir o antes do depois, porque são diferentes. Aperceber-me das consequências, que me impõem outro modo de vida.
Tenho de tirar as tuas fotografias do meu quarto. Continuo a gostar de te ver, não perdeste beleza e eu não deixei de gostar de olhar para a coisas bonitas. Mas, sem saber exactamente porquê, já não faz sentido ter as fotografias no quarto. É suposto tirar-te da minha vida, mesmo nos sítios onde não é preciso. Vou retirar da parede os bilhetes de concertos a que fomos juntos, também.
É assim, primeiro as coisas pequenas, depois as maiores e depois as ainda maiores, subindo pela hierarquia do tamanho. Agora as fotos, amanhã algumas coisas que me ofereceste, noutro dia acabarei por esconder as cartas. Apagar os e-mails pessoais, e começar a trocar forwards contigo como faço com todos os apenas conhecidos da minha vida. Eventualmente, vou mudar de número de telemóvel e já não vou registar o teu número. Ainda o vou saber de cor mas um dia vou espantar-me por até isso ter desaparecido. Não deve ser muito longe do dia em que te excluo da minha lista de contactos do Messenger.
E esqueci-me completamente de falar das rotinas.
O hábito de nunca passarmos mais de 3 ou 4 horas sem comunicarmos, é para suprimir. O telemóvel terá muito menos uso. Vou lembrar-me do ecrã suado pela minha cara, e isso será eventualmente um esboço distante. Já não vamos passar horas ao telefone. Nem nos vamos telefonar, sequer.
Dentro de dois dias terei a tarde livre. Não vou a tua casa, nem te vou esperar na minha. Fizémo-lo durante anos. Dentro de dois dias vou aborrecer-me porque subitamente não tenho nada para fazer. Vou ter de encontrar hobbies, encontrar amigos ou re-encontrar uns quantos.
Redecorar o quarto, reconstruir a rotina diária. Basicamente, renovar a vida quotidiana. Mudar de pensamentos, mudar de atitude. Tirar da carteira aquela tua foto tamanho passe.
Apanhar um autocarro diferente, porque apanhava sempre mais cedo ou mais tarde do que devia só para ir contigo.
Aperceber-me das consequências do evento, senti-las. Distinguir o antes e o depois. Para poder reconhecer o que se passou.
Preciso de saber que isto não é mais que um pequeno evento no tempo, e que vendo a minha vida em perspectiva, é um evento bastante insignificante. Irei acabar o curso, fazer estágios, arranjar trabalho, conhecer centenas ou milhares de novas pessoas, fazer novos amigos, deixá-los e mais uma vez fazer outros. Manter alguns. Deixar esses, arranjar outros. Apaixonar-me por alguém, sentir amor eterno mas daquele que eventualmente acaba. Reapaixonar-me, repetir o primeiro passo e depois reapaixonar-me outra vez. Emprego, família, contas, carro novo, casa, velhice, e estes dias de hoje em que tiro as tuas fotografias do meu quarto e da minha carteira serão pontos invisíveis no meio de tantos outros que formam uma linha.
Começar pelas coisas pequenas, e passar para as grandes. Começar de deixar de dirigir tudo o que escrevo a um "tu".

 

Diarreia

Oh.
Escrevi um texto enorme. E parece que o CTRL + C não funcionou para o passar para aqui.
Puta.
Somehow, o número de visitas diárias mantém-se, mesmo quando não escrevo durante 15 dias. De facto, mantém-se mais estável ainda. Devido, já verifiquei, a pesquisas no google que hoje à noite ou amanhã venho aqui partilhar.
Perdi muito interesse por, entre outras coisas, este blog.
Preparem-se para tudo, quem quer que leia isto ou que vá venha parar por pesquisas ridículas no google.
Ah que farto estou.

segunda-feira, março 06, 2006

 

"- Nástenka! - repliquei-lhe num tom importante e severo, mal contendo o riso - Querida Nástenka, sei que conto as coisas mravailhosamente, mas, desculpe, não sei fazê-lo de outro modo. Agora, querida Nástenka, sinto o meu espírito igual ao do rei Salomão, que passou mil anos dentro de um cofre selado com sete selos e a que finalmente quebraram os selos. Agora, querida Nástenka, que nos voltámos a encontrar depois de uma longa separação - porque eu conheço Nástenka há muito tempo, porque eu ando há muito tempo à procura de alguém, o que significa que andei à procura precisamente de si e que estava destinado encontramo-nos agora -, na minha cabeça abriram-se mil válvulas e preciso de derramar-me num rio de palavras, senão asfixio. Portanto peço-lhe que não me interrompa, Nástenka, que ouça com submissão e obediência; senão calo-me."

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