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sexta-feira, março 11, 2005

 

Frances The Mute

Premissa 1: The Mars Volta = incategorizável.
Ok, bla bla bla, som aparentemente descontrolado, etc etc, ou seja, para apreciar estes tipos é preciso desaprender algumas coisas que aprendemos ao longo de anos a ouvir música. E depois é que percebemos que nem tudo é caótico. O que é, porém, é por opção (nítida). Especialmente o Frances The Mute: minutos longos de som não-musical. De facto, tive vontade de ripar o CD para mp3, cortar as partes de som experimental e gravar só com as verdadeiras músicas.
Claro que ouvir uma música de 14 minutos em que os 5 primeiros e os 5 últimos são ... som (sobrando 4 de música), às vezes cansa um pouco. Mas porra, são 4 minutos mesmo bons.
Depois de esperar meses pelo CD, dá gosto que seja bom quando muitos artistas perdem algo de uns álbums para os outros. Frances The Mute, em especial, sabe-me mesmo bem por isso.
Incómodo, difícil, mas rende.

Se não estivesse tão preguiçoso escrevia mais e melhor.

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