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quinta-feira, fevereiro 03, 2005

 

Logo a luz propaga-se em hélice.

Suponho uma relação entre uma pessoa normal (N) e alguém perfeitamente odioso (O). A pessoa normal reconhece todos os defeitos odiosos do companheiro, e a sua razão diz-lhe o que lhe dizem todos os que não estão envolvidos na relação e têm uma perspectiva unicamente racional sobre esta: deixa-o/a.
Mas a pessoa normal (N) não deixa o companheiro insuportável (O).

Nesta situação:
O sentimento (ou a auto-persuasão do mesmo) que A tem por O é proporcional à odiosidade (quantidade da carcaterística "odioso". E provavelmente uma palavra que não existe) de O.

"Uau! Grande descoberta! (Ironia) E...?"
Bom, só quero dizer que não entendo como algumas pessoas gostam daquilo que afirmam ser insuportável. Melhor: como gostam de algo (alguém) composto apenas por defeitos (relativos a um N, claro) que afirmam claramente não suportar.
Não estou a dizer que está mal. Só não entendo. Tal como não entendo a teoria de Kaluza-Klein em que o mundo onde vivemos tem a forma de um fio de grande dimensões em que as 3 dimensões visíveis se encontram ao longo do comprimento, e as restantes dimensões estão, quem diria, enroladas.
É a mesma coisa.

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